quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Jogo do Alfabeto

Jogo do Alfabeto

Preparei mais uma atividade lúdicas para
 trabalhar a leitura com as crianças, 
espero que gostem.


Idade: A partir dos 05 anos

Quantidade de Jogadores: 
de 02 a 26 jogadores

Objetivo geral:
- Desenvolver a leitura

Objetivos Específicos:
- Despertar o gosto pela leitura;
- Conhecer os diferentes tipos de escritas 
(Caixa alta, imprensa e cursiva);
- Estimular a concentração e raciocínio lógico.

Finalidade:
Esse jogo consiste em juntar os pares das 
cartas associando a imagem a palavras.
 Não existirá vencedor ou perdedor e sim 
o último a completar o par de cartas.

Regras do Jogo:

( A mesma do jogo do mico)

1º. Dividir as cartas do baralho igualmente entre 
os participantes;
2º. Cada participante abrirá um leque com as
 cartas sem deixar que o outro veja;
3º. O objetivo do jogo é formar pares com 
as figuras e os nomes.
4º. Começa com o primeiro participante abaixando
 já os pares que possuir, e pegando uma carta do
 leque do participante do seu lado direito; 
E assim por diante com os outros participantes;
5º. Perde o último participante que não tiver 
completado o seu par e ficar com o MICO
 (Carta Jogo do alfabeto) pois este não possuí par;


Obs: Regras retiradas do site:
 http://www.regrasdosjogos.com.br/


Salve em seu computador e depois imprima e cole na
 cartolina, ou imprima direto em papel colchet.


Fonte: http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com

Brinquedos e Jogos Pedagógicos - Sucatas


Brinquedos e Jogos Pedagógicos - Sucatas


Componentes: cartelas de papel cartão com figuras
 (figuras de revistas e cartilhas velhas) coladas e divididas de 
acordo com a quantidade de sílabas 
das figuras, sílabas para formar os nomes dessas figuras, 
caixa de sapato encapada com uma abertura na tampa.
Finalidade: Montar o nome das figuras utilizando sílabas.
Número de participantes: Toda turma dividida em grupos.
Regras:
Distribuir as cartelas entre os grupos.
Um aluno de cada grupo deverá ir até 
a caixa e tirar uma sílaba.
De volta ao grupo, deverão ver se a sílaba faz parte
 de alguma palavra das cartelas.
Se não fizer parte, deverão guardá-la para, no final,
 trocarem com os outros grupos.
Depois de terminarem todas as sílabas da caixa, os 
grupos deverão negociar as trocas. Exemplo: 
“Nós temos o pedacinho “ta” e precisamos do pedacinho
 “lha”, algum grupo quer trocar conosco o “ta”"pelo “lha?

Esse jogo as crianças adoram e propicia ao aluno 
 silábico-alfabético formular novas hipóteses de
 escrita para avançar para o nível alfabético.





Fonte: http://atividadedeprofessor.wordpress.com/category
/brinquedos-pedagogicos-de-sucatas/page/4/

Brinquedos de Sucatas


DISLEXIA É PRECISO AVALIAR.



Dislexia: “Para os educadores e professores
 não andarem às escuras é preciso
 avaliar a criança"
Andreia Lobo 

A Associação Portuguesa de Dislexia vai propor ao
 MEC a aplicação de um instrumento de avaliação precoce
 do distúrbio em crianças em idade pré-escolar.
Palavras sem acentos, sem cedilhas, sem traços nos te. Trocas de os
por us, de es por is, de s por z
cedilhas por dois ss
 Palavras incompletas. Elementos de frase
 que não concordam em gênero, 
 número ou verbo. Estes são alguns dos
 indicadores de dislexia visíveis numa criança nos 
primeiros anos de escolaridade. Mostram um 
 desnivelamento de certas pré-competências que 
precisa de ser compensado durante o percurso educativo.

Mas não é preciso esperar pela aprendizagem da
 leitura e a escrita para diagnosticar este distúrbio. A 
 Associação Portuguesa de Dislexia (DISLEX) e
 uma equipa educativa de um agrupamento de escolas 
de Viseu, constituída por uma terapeuta da fala, psicóloga, 
professor e educador especializados, 
criaram um conjunto de provas que permitem mostrar quais as
 pré-competências não desenvolvidas
 em crianças com cinco anos. Helena Serra, presidente da DISLEX
 e coordenadora deste grupo, 
pretende sensibilizar o Ministério da Educação e 
Ciência (MEC) para a necessidade de aplicar
 este instrumento de avaliação de forma obrigatória
 no ensino pré-escolar.

O pré-escolar e os primeiros anos de escolaridade
 são os períodos ideias para começar a 
trabalhar o cérebro disléxico. 
"Mas para os educadores e professores não andarem às
 escuras é preciso avaliar a criança e diagnosticar
 que áreas cerebrais concretamente não estão a responder
 àquilo que é esperado naquela idade", 
explica Helena Serra. A partir daí é necessário traçar o perfil 
de desenvolvimento do aluno. E avançar com 
"técnicas próprias" para trabalhar o conjunto de pré-competências
 que estão desniveladas e no futuro vão 
gerar problemas na leitura e na escrita. "O treino vai minorar
 essa desvantagem até se alcançar
 um grau satisfatório de resposta de modo a que as pré-competências 
fiquem mais ágeis no 
seu funcionamento, pela exigência do seu processamento".

Compreender as dificuldades Existem variados exercícios 
para trabalhar a dislexia, considera Helena Serra, ela 
própria autora de alguns. Faltava apenas um instrumento 
para avaliar especificamente 
quais as áreas problemáticas. 
Pelo menos até ao momento em que decidiu reunir uma 
equipa de profissionais e criar um. Trata-se de 
um conjunto de provas que vão pôr a criança em situações
 de desempenho: em linguagem compreensiva 
e expressiva, em fonologia, no que toca à lateralidade 
(direita/esquerda), a noções de espaço e do tempo,
 também de discriminação de memória auditiva e 
visual e motricidade fina.

Aspetos que, segundo Helena Serra, "estão absolutamente 
 interligados e são o alicerce de uma boa entrada
 na leitura e na escrita e que devem estar a
 um nível pronto de desempenho
 da tarefa". Até porque, 
continua, "o primeiro ano de escola vai apelar a
 simbolizações em cima de simbolizações a qualquer criança". 
Cada letra tem um som e um grafismo e essa associação 
grafema-fonema no cérebro de um disléxico pode 
estar muitas vezes posta em perigo. No entanto, a bem
 da aprendizagem, "essas pré-competências 
têm de estar à boca de cena", esclarece a investigadora.

Através das provas de avaliação, que se encontram em 
fase de pré-teste, mesmo sem formação em dislexia, 
"o educador consegue entrar na compreensão das dificuldades 
do aluno", garante Helena Serra. E, assim, 
perceber se as noções de direita e
 esquerda ainda estão confusas. Ou mesmo se o aluno
 memoriza ou não de forma sequencial as
 palavras propostas. Se as respostas nas provas forem
 desadequadas dá-se o sinal de
 alerta. Depois é preciso intervir, diz Helena Serra.

"O educador fica logo com o perfil do aluno e em
 tempo útil, como o trabalho no pré-escolar é 
mais flexível, tem toda a possibilidade de trabalhar
 mais intensivamente as áreas da criança onde 
 detetou o desnivelamento." Caso contrário, corre o 
risco de ir para o 1.º ciclo sem a segurança desejada.
 Por isso, "é preciso agir precocemente para prevenir
 os erros maiores de leitura
 e de escrita e as dificuldades de grande monta".

Helena Serra acredita na validade da aplicação do instrumento
 que descreve como sendo de
 "utilização simples e carácter pedagógico". Por isso, a 
equipa responsável pelo projeto solicitou 
já uma reunião de trabalho com o MEC para o apresentar. 
O objetivo: discutir vários aspetos sobre 
dislexia, incluindo a prevenção dos problemas de leitura e 
escrita, mas também convencer o
 Ministério a tornar obrigatória a utilização do instrumento
 "avaliativo e preventivo" que criaram.
 "A nossa ideia é aplicar as provas a toda e qualquer criança 
e não apenas à que está a sugerir
 ter problemas, porque ficava aí um critério falacioso e
 subjetivo e isso não pode ser."

Assim, a sugestão a levar ao Ministério passa por disponibilizar
 centralmente estas provas
 científicas e exigir do agrupamento a sua aplicação no terreno. 
Se forem aplicadas em janeiro ou
 fevereiro do ano letivo em que a criança está a frequentar
 o pré-escolar, sobra tempo, 
afirma Helena Serra, para trabalhar as pré-competências
 necessárias até à sua saída para
 o 1.º ano. Nesses meses, "virão ao de cima as áreas que 
estão com baixo desempenho e 
o educador pode direcionar para elas o trabalho 
utilizando várias estratégias", 
além disso, "como tem uma organização flexível na 
sala até pode pôr a turma toda a 
fazer exercícios e atividades lúdicas, desenvolvendo 
estratégias que vão 
beneficiar não só essas crianças específicas mas
 todas as outras", assegura.

Sobre os materiais existentes, a presidente da 
DISLEX afirma que a associação
 vai fazer uma recolha de algumas estratégias 
para futura publicação:
 "Há muita coisa avulsa, vários cadernos que
 trabalham a lateralidade, etc., 
mas queremos evitar aquele sentimento de que as 
orientações estão todas dispersas
." Caberá depois ao educador decidir qual dos
 instrumentos a adotar:
 "O importante é que saiba que determinado problema se trata com
 determinada estratégia e materiais daquele tipo."

Minimizar falhasA grande discussão proporcionada pelas 
alterações do MEC à realização 
dos exames nacionais pelas crianças disléxicas significa para
 Helena Serra uma oportunidade
 para "arrumar a casa". Na audiência que espera vir a ter no 
Ministério, a DISLEX vai ainda propor um conjunto de medidas
 para minimizar as falhas
 detetadas e preparar melhor a atuação no futuro. Até porque a 
necessidade de atuar
 na prevenção não exclui, segundo Helena Serra, "a urgência de 
resolver a questão dos alunos que 
não tendo passado por estes enriquecimentos, estão no terreno
 a precisar que façam alguma coisa 
com eles". Acresce que a avaliação preventiva, sugerida
 aos cinco anos, pode ainda 
ser feita no 2.º ano de escolaridade. "Vamos admitir que 
o 1.º ano é de adaptação àquele 
novo espaço e no 2.º ano se persistirem as tais dificuldades 
é preciso intervir!"
 Nesse caso, explica Helena Serra, "as provas são um
 bocado diferentes, seguindo um 
modelo equivalente ao usado no pré-escolar, mas incluindo um 
nível de competências já iniciadas em leitura e escrita".

Considerando o clima de contenção financeira, Helena Serra 
insiste que não vai pedir ao
 Ministro para criar nada de novo: "Vamos sugerir o direcionamento
 do que existe". Antecipando
 uma resposta negativa, pela falta de professores especializados, 
a presidente da DISLEX preparou dois modelos de suporte à
 proposta que levará à Rua 5 de Outubro:
 "Ou entra mais alguma unidade com 
especialização nos agrupamentos, em função do número de alunos, 
que fica para estes casos de dislexia e
 assume no terreno o que precisa de trabalhar com eles. 
Ou aproveita-se a unidade de professores de
 apoio educativo - que é uma estrutura disponível para 
 qualquer criança - e dá-se-lhes uma 
formação de 50 horas para saberem como se trabalha
 um cérebro de um disléxico."

E assim se resolve a questão: "Se estes professores dos
 apoios que tiveram 
esta formação, em vez de estarem com os alunos disléxicos 
a fazer o mesmo 
que o professor não especialista faz na sala de aula, 
ficam ensinados a usar estratégias 
específicas, exercícios que vão elevar as competências 
 desses alunos para um nível 
aceitável". E para que não restem dúvidas sobre as
 suas intenções, a presidente da
 DISLEX esclarece: "Não precisa de ser a associação a 
formar estes professores, 
embora já o tenhamos feito por todo o país, pode ser o 
Ministério a definir os autores, 
os instrumentos e a contratualizar isso com escolas 
superiores de educação." 

FONTE: http://www.educare.pt/educare/Atualidade.Noticia.aspx?
contentid=C30C0A8C909F0E77E0400A0AB80001BA
&opsel=1&channelid=0

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

PASSEIO PARQUE DO INGÁ.

    PARQUE DO INGÁ

Este parque foi inaugurado em 10 de outubro de 1971.
Reserva florestal mantida desde o traçado inicial da cidade, oficialmente declarada, desde 1991, pela Lei Orgânica do Município, como área de preservação permanente na categoria de Parque Municipal.

Além de exercer suas funções de lazer, de centro de pesquisa e prática de educação ambiental, localiza-se numa área de 47,3 hectares dispondo de lago artificial (que dispõe de pedalinhos), zoológico com exposição de animais da fauna regional, parque infantil, cancha de bocha, pista de "cooper", quiosque, uma gruta "Gruta Nossa Senhora Aparecida", lanchonete e um jardim imperial japonês, inaugurada em 21 de junho de 1978, em homenagem a visita do então Princípe Akihito e sua esposa Michiko, hoje Imperador do Japão, demonstrando desta maneira um elo de carinho e ligação entre Maringá e o Japão.















terça-feira, 28 de agosto de 2012

DICAS DE ANIMAIS DE SUCATAS

 PROJETO É O BICHO











FONTE . GENTE MIUDA

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

PROJETO DE FISIOTERAPIA

 
PROJETO DE FISIOTERAPIA

Introdução

A marcha é definida como a maneira ou o estilo de andar. Um dos atributos da marcha normal, em comparação com a maioria dos padrões patológicos, é a ampla latitude de velocidades de marcha segura e confortável que são disponíveis. Assim, uma descrição do padrão de marcha de um indivíduo, ordinariamente, inclui a velocidade de locomoção (metros por segundo) e o número de passos por minuto; isto também é chamado cadência, bem como outras características do padrão de marcha.
Marcha é uma sequencia repetitiva de movimentos dos membros inferiores que move o corpo para frente enquanto simultaneamente mantém a estabilidade no apoio. Na marcha um membro atua como um suporte móvel, em contato com o solo  enquanto o membro contralateral avança no ar, os conjuntos de movimentos corporais se repetem de forma cíclica e os membros invertem os seus papéis a cada passo. Andar não é simplesmente colocar um pé após o outro, mas sim um conjunto de movimentos rítmicos e alternados do tronco e extremidades visando à locomoção do corpo. Para que  a marcha se torne um conjunto de movimentos coordenados e eficientes é necessária à manutenção através do sistema nervoso central, ou seja, envolve a manutenção do equilíbrio em ângulo reto com a direção do movimento.
 Existem muitas variações  da marcha, de uma pessoa para outra. Numa observação habitual, uma pessoa pode ser identificada por suas passadas, notadamente, pelo  seu ritmo e suavidade. A maneira de andar e o porte podem até mesmo fornecer indícios da personalidade e da profissão de um indivíduo ,se tivermos uma marcha adequada sempre teremos uma boa postura.
Postura é a posição assumida pelo corpo, quer seja por meio da ação integrada dos músculos operando durante os movimentos, quer seja quando mantida durante inatividade muscular. A Academia Americana de Ortopedia conceitua postura como um estado de equilíbrio dos músculos e ossos, com capacidade para proteger as demais estruturas do corpo humano de traumatismos, seja na posição em pé, sentada ou deitada.
Uma postura adequada advém da capacidade dos ligamentos, cápsulas e tônus muscular para suportar o corpo ereto, possibilitando sua permanência em uma mesma posição por períodos prolongados, com baixo consumo energético, mínimo estresse aplicado nas articulações e sem apresentar desconforto. Deve-se considerar, portanto, que o padrão de postura adequada varia para cada indivíduo, uma vez que duas pessoas nunca são idênticas.
A postura corporal e a locomoção normal exigem integridade da função vestibular, da propriocepção, da visão qualquer alteração  em algum desses  sistemas acarretará em um comprometimento durante as fases da marcha.


Justificativa

Trabalho com a criança em grupo,proporcionando um melhor relacionamento entre eles,uma melhor conduta em sala de aula,e visando a melhora na qualidade de vida.
Trata-se de um projeto diferenciado ao qual,  os alunos na escola se beneficiariam e teriam uma melhora na qualidade de vida e uma melhora na qualidade de ensino,pois com tudo isso melhoraria a concentração e desempenho deles em sala de aula.

Objetivo geral

Atuar  na reabilitação e prevenção de algumas alterações posturais, coordenação equilíbrio e marcha.

Objetivo Especifico

- Conscientizar os alunos, professores e pais na necessidade de ter uma postura e uma marcha adequada.
- Agregar qualificação tanto para os alunos quanto para a instituição de ensino.
- Atuar junto com os pais e professores na prevenção  e reabilitação  postural, na correção de marcha tanto em casa quanto na escola

Metodologia

Atuação do fisioterapeuta dentro da escola,tem caráter educacional,e este profissional ira atuar tanto no nível de prevenção,como no de intervenção e reabilitação.
Este trabalho é composto de exercícios terapêuticos em grupos sendo ele feito em circuito tendo como material usado: cama elástica, bola, cone, pranchas de propriocepção e alguns outros tipos de matérias serão usados se necessário for, este tipo de trabalho visa uma melhora  na marcha,postura e consequentemente melhora a coordenação e o equilíbrio.
Estas atividades vão ser realizadas uma vez por semana em um período de 40 minutos.
Avaliação
Todos estes alunos passarão por uma avaliação fisioterapeutica, onde ira constar anamnese ,exames físico e se necessário outros exames mais específicos,esta avaliação ela é realizada individualmente para cada aluno.
Este projeto ainda consta com orientações de ergonomia em sala de aula, a fim de proporcionar aos alunos uma adequada e melhora na sua qualidade de vida.
A cada 3 meses é refeita a avaliação  para ver a melhora de cada aluno, depois passado aos pais e a escola.






domingo, 26 de agosto de 2012

POEMA DEUS ESCOLHE A MÃE ESPECIAL!

DEUS ESCOLHE... mãe especial!!!!!

A maior parte das mães de hoje em dia tornam-se mães por acidentes, outras por escolhas próprias, outras por pressão social, outras por hábito.
Esse ano quase 100 mil mulheres se tornarão mães de crianças deficientes.
Você alguma vez já pensou como as mães dos deficientes são escolhidas?
Eu já. Uma vez visualizei Deus pairando sobre a Terra selecionando o seu instrumento de propagação com grande carinho e compassivamente.
Enquanto Ele observava, Ele instruía seus anjos a tomarem nota em um grande livro.
Para Beth, um menino, anjo da guarda Matheus.
Para Marjorie, uma menina, anjo da guarda Cecília.
Para Carrie, gêmeos, anjo da guarda, mande o Gerard ele está acostumado com a profanidade.
Finalmente ele passa um nome para um anjo sorri e diz:
Dê a ela uma criança deficiente.
O anjo cheio de curiosidade pergunta:
- Por que a ela senhor? Ela é tão alegre...
- Exatamente por isso. Como eu poderia dar uma criança deficiente para uma mãe que não soubesse o valor de um sorriso? Seria cruel.
- Mas será que ela terá paciência?
- Eu não quero que ela tenha muita paciência porque aí ela com certeza se afogará no mar da auto-piedade e desespero. Logo que o choque e o ressentimento passar, ela saberá como se conduzir.
- Senhor, eu estava observando hoje. Ela tem aquele forte sentimento de independência. Ela terá que ensinar a criança a viver no seu mundo e não vai ser fácil. E além do mais Senhor, eu acho que ela nem acredita na sua existência.
Deus sorri.
- Não tem importância. Eu posso dar um jeito nisso. Ela é perfeita. Ela possui o egoísmo no ponto certo.
O anjo engasgou.
- Egoísmo? E isso ainda é por acaso uma virtude?
- Deus acenou um sim e acrescentou:
- Se ela não conseguir se separar da criança de vez em quando, ela não sobreviverá. Sim, essa é uma das mulheres que eu abençoarei com uma criança menos perfeita. Ela ainda não faz idéia, mas ela será também muito invejada. Sabe, ela nunca irá admitir uma palavra não dita; ela nunca irá considerar um passo adiante, uma coisa comum. Quando ela descrever uma árvore ou um pôr do sol para seu filho cego, ela verá como poucos já conseguiram ver a minha obra. Eu a permitirei ver claramente coisas como ignorância, crueldade, preconceito e a ajudarei a superar a tudo. Ela nunca estará sozinha. Eu estarei ao seu lado cada minuto de sua vida, porque ela está trabalhando junto comigo.